Pesquisando imagens

mam1Com este tema inicio a temporada de cursos no MAM. Com a divulgação da informação via internet, os bancos de dados têm se tornado grandes aliados dos jornalistas, dos jornais e das editoras de revistas, livros e publicações didáticas. Ser um pesquisador iconográfico pode parecer simples, mas requer uma formação sólida para que a escolha de uma imagem seja adequada.Este workshop começa agora, na próxima terça-feira, dia 10 e vai até sexta, dia 13. Durante 4 dias, vamos dscutir o que é uma pesquisa iconográfica, a história das coleções e do colecionismo e a forma mais apropriada para pensar a imagem como ilustração e/ou informação.

Saiba mais aqui.

Curso Lightroom 2.0 em podcasts

Clicio Barroso, fotógrafo de moda e publicidade, mas também conhecido por seus concorridos workshops sobre o Lightroom está disponibilizando agora o curso em podcasts. Clicio respondeu algumas perguntas para explicar melhor este seu mais recente projeto.

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1. Fale sobre este projeto?  O projeto é antigo; permitir acesso irrestrito e gratuito a conteúdos educacionais é o caminho correto e que faz mais sentido nos dias de hoje. No caso específico do Lightroom 2.0, que não tem manual em português, e nem livro escrito (hehehe, eu sei, não deu tempo…), achei que ir postando os casts de quinze em quinze dias ajudaria a muita gente, e democratizaria ainda mais a distribuição de conteúdo. Além disso, eu gosto de gravar os episódios, editar no After Effects, sincronizar. Me divirto bastante.

2. O que é um videocast? Podcasts, originalmente apenas disponíveis em audio, são episódios periódicos comparáveis a programas de rádio, com a vantagem do espectador poder conservá-los em seu computador ou celular, e assisti-los a qualquer momento de sua conveniência. Videocasts, a evolução natural dos podcasts,  tem o seu modelo baseado exatamente nas redes de canais de televisão, tanto as abertas como pagas. São também programas ou episódios em vídeo que também podem ser assistidos a qualquer momento,  o que os torna muito confortáveis para o espectador. No site que hospeda os episódios, também há a possibilidade do usuário/espectador se inscrever, com um simples clique em RSS-Feed, e assim passar a receber avisos automáticos toda a vez em que houver um novo episódio disponível.

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3. Por que isso é bom?  Porque tutoriais de qualidade, gratuitos, que podem ser vistos de três formas, facilitam a vida de muita gente que precisa aprender e não sabe para onde correr.

Os episódios podem ser vistos online, em alta resolução (800x600px), podem ser baixados para os computadores em vários formatos e tamanhos, e podem ser sincronizados pelo iTunes, para iPods, iPhones, TVs e PDAs. Bem conveniente, agora que há de fato um esforço pela inclusão digital; os episódios podem ser acessado e vistos de qualquer lugar.

 

4. Como o aluno pode tirar dúvidas com você? Por e-mail, que respondo pessoalmente, ou pelas listas de discussão, o que acho mais democrático, já que muitos tem sempre as mesmas dúvidas. Há o projeto de se colocar um FAQ no site, assim como a possibilidade de um chat, mas são planos para o futuro.

O importante agora é a facilidade de acesso, o fato do conteúdo ser didático e relevante para os fotógrafos, e a regularidade dos episódios.

 

Para saber mais acesse aqui: http://www.clicio.com.br/portuguese/podcast.html

No iTunes: Buscar por Lightroom em português, na área de podcasts (loja americana), e se subscrever. 

 

Férias, finalmente!

Hoje entro oficialmente de férias! Delícia!

Ainda falta escrever a matéria sobre a exposição “Labirinto de Miradas”, resultado da minha conversa com o Claudi Carreras, na Galeria Olido, durante o Encontro dos Coletivos. A matéria é  para o Estadão. Provavelmente será publicada no ano que vem (a exposição vai até março). Quando sair, publico no blog.

Neste final de ano, também recebi inúmeros livros, o que demonstra que finalmente temos uma publicação sistematizada de fotógrafos e livros de fotografia no Brasil. Aproveitando as férias vou resenhá-los, um por um aqui  no blog. Adiantando os títulos: “Heliópolis”, de Renata Castello Branco; “A curva e o caminho”, de André François : “Emergentes”, de Érico Hiller e “Onde a água encontra a terra” de Paulo Herkenhoff. Na área teórica, estou devendo há tempos a leitura do “Man Ray a imagem da mulher” de Georgia Quintas, que para mim, já tive oportunidade de escreve-lo, é umnome  importante do pensar a fotografia no Brasil e  um livro que aparentemente não tem nada a ver com fotografia, mas tudo a ver com minha linha teórica e de pensamento que é “Psicologia cultural da mídia”, de Giuseppe Mininni. Neste livro, só para entender porque vou resenhá-lo para o blog, o autor parte de uma questão crucial que é: “as representações difundidas pela mídia são um reflexo da realidade ou contribuem para construí-la?”. Acho que isso tem tudo a ver também com a representação fotográfica na mídia.

Isso vai me permitir me dedicar com mais afinco ao blog. Tenho muito que escrever pois o próximo ano, com certeza será de muito trabalho e novidades.

A primeira é que iniciei uma parceria com Fernando e Luciana da Arte Plural Galeria de Recife! Estou adoroando. Vamos juntos pensar fotografia e fazer alguns trabalhos em conjunto. Eu que já adoro o Recife, vou ter a oportunidade de estar mais vezes por lá e encontrar os vários amigos que fiz. Aliás já descrevi e escrevi isso em outro post.

Outra novidade é que fui convidada pelo Marcelo Reis (Instituto Casa da Photographia) para levar meu workshop “Pensadores da Fotografia”, para a Bahia, em junho deste ano. Estamos nos acertando e espero que tudo dê certo! Mais uma oportunidade para aprender ouvir e ver o que pos baianos estão fazendo e produzindo!

Terei novos cursos no MAM . Além de continuar escrevendo minhas matérias para o Estadão e a Coleção Senac de Fotografia!  Também quero montar o curso “Pensadores da Fotografia 2” . Enfim, trabalho que não acaba mais.

Cursos novos!

Nesta semana terminaram dois curso: o da Escola São Paulo: “A Importância da fotografia na sociedade conteporânea” e no MAM “Pensadores da Fotografia”.

Semana que vem começam dois workshops no MAM: “História da Fotografia de Moda” e “História do Fotojornalismo”. Às quintas-ferias das 20.15h. às 22.15h.

Nestes vamos discutir e nos aprofundar em conceitos. Apontar a possibilidade de novas estéticas! Venha discutir comigo, traga suas idéias! Vamos criar e ampliar o número de pessoas que discute e pensa fotografia! Aguardo vocês!

Onde foi que paramos?

Ah, sim! estava indo para Recife! Foi maravilhoso! Além de reencontrar amigos, conheci novas pessoas, todas ligadas á fotografia e também foi muito bom!

Adorei participar do V Congresso Brasileiro  de Comunicação Social da Faculdade Maurício de Nassau. Auditório lotado no sábado à tarde para falarmos de fotografia. Mesa composta por professores e fotógrafos: Marcia Mendes, Valéria Gomes, Jacqueline Maia, Renata Victor e eu. Falamos sobre o tema  das 14 ás 16 horas. Foi bem divertido! Mas o bacana foi saber que em Recife estão estudando a possibilidade de abrir pós-graduação em fotografia! Já estou torcendo.

Não fui almoçar em Olinda, mas em compensação, passei horas no Boteco Maxime:  um rodízio de frutos do mar. Bom chopp, boa companhia e boa conversa!

No final da tarde uma debate na  Arte Plural Galeria, a fantástica Maria do Carmo Nino, professora da Universidade Federal de Pernambuco. Foi sobre o Cartier-Bresson, em comemoração ao centenário deseu nascimento. O professor José Afonso Jr, também da Federal, levou o vídeo “The Impassioned Eye”. José Afonso Jr, representa o grupo F1UFPE (fotografia estética contemporânea) e, em parceria com a Plural – leia-se o animado Fernando Neves – pretendem regularmente passar vídeos sobre fotógrafos e fotografia.

 

Mais um vôo

Estou indo para Recife! Delícia! Vou passar o fim de semana por lá. Na agenda várias coisas: uma aula para alunos da Faculdade Mauricio de Nassau, participação no V Congresso  Brasileiro de Comunicação Social e no domingo, final de tarde, um bate-papo sobre Cartier-Bresson, na Arte Plural Galeria!

O bom é que vou reencontrar vários amigos que tenho por lá e espero, desde que o tempo esteja bom, domingo almoçar na Oficina do Sabor em Olinda, afinal eu também mereço me tratar bem, super bem, aliás!

Volto na segunda!

Bom final de semana para todos!

Oba! Eles responderam!

No sábado escrevi que o primeiro passo do “Fotografia Rodante” já estava na estrada. Pena que choveu! Mesmo assim, já no final de semana, eles mandaram as primeiras notícias. Eu demorei para escrever o post, pois – para variar – estou fazendo mil coisas ao mesmo tempo. Mesmo assim vai agora, lembrando que eles têm um blog onde você poderá acompanhar passo a passo o que o ciM (centro independente da imagem) anda fazendo. Participem!!!!

Sob fogo cruzado!

Revi este filme na madrugada de sexta-feira na televisão. Para quem não lembra – ou não viu – é um filme com o Nick Nolte, um fotógrafo que vai cobrir a revolução dos poetas na Nicarágua (na verdade a revolução popular democrática contra o governo de Anastasio Somoza). É antigo, de 1983. Portanto Nick, que é o fotógrafo (e vamos tirar todo o romantismo de sua paixão pela repórter, que é uma história à parte) usa as velhas e boas Nikons (eu tenho uma , a FM – totalmente manual, há 30 anos. Foi minha primeira câmara séria. Não vendo, não emprestou e não dou. Recentemente ela foi para a revisão e está ótima!). Bom, voltando ao filme, ainda na época da fotografia analógica e quando a discussão sobre a manipulação da imagem (seríssima) ainda não estava em voga. A questão é que a dupla de jornalistas se apaixona pela causa sandinista e topa fazer uma foto-falsa. O lider do movimento, Rafael, foi assassinado. Mas, mas para manter a causa viva e derrubar o governo ditadorial, Nick Nolte aceita fazer uma imagem em que o líder parece estar vivo. Segurado por dois companheiros, a imagem roda o mundo com a manchete: “Rafael está vivo!”. Isso depois de Somoza ter dado uma coletiva dizendo que ele estava morto. E aí, bom, essa imagem, obviamente tem uma série de consequências. e existem outras também, como quando Russell (esse é o o nome do personagem) fotografava o exército fiel a Somoza assassinando um jornalista norte-americano que lhe pedia informações. E o filme vai por aí, nas entrelinhas entre o romance, falando da importância da imagem. Cenas interessante. Vale a pena ver, até para discutir a recepção da imagem e suas consequências! Vou comprar para usar nas minhas aulas do ano que vem!

 

É hoje!

Começou o projeto “Fotografia Rodante” (leia aqui). Vamos ver o que Marcello Vitorino, Nilva Bianco, Nario Barbosa, Leonardo Colosso, Daniel Tossato e Celisa Beraldo vão nos contar. Muitos participaram com livros, revistas e máquinas fotográficas. Espero que os organizadores nos mandem algumas fotos para que possamos mostrar!

Sucesso ao grupo do CiiM- Centro Independente da Imagem!

Bela idéia! Eu estou dentro!

Marcello Vittorino e Nilva Bianco criaram o projeto “Fotografia Rodante”. O piloto do projeto vai acontecer agora em setembro num bairro da periferia de Santo André. Para tanto pedem todos que queiram contribuir com um câmara analógica esquecida no fundo de uma gaveta para que jovens de 12 a 17 anos possam se expressar por meio da imagem que os procurem. Vejam o folheto abaixo! Eu, que conheço os dois e sou super amiga da fofa Sofia de 7 anos – filha do casal , já estou dentro! Participem! Começa em Santo André, mas como o projeto bem diz, eles vão rodar por aí!