Frase do dia!

“Na vida cotidiana, apesar dos esforços, poucos de nós nos dedicamos ao estudo das imagens!”

Todd Gitlin: “Mídias sem Limites – como a torrente de imagens e sons domina nossas vidas”.

Talvez por isso tanta bobagem dita por quem acha ou acredita que entende de fotografia! Como dizer que tudo que acontece hoje é novo: o diálogo entre fotografia e artes plásticas ou questionamentos sobre o documental ou emocional de uma foto. Assuntos que vale a pena discutir, mas que fazem parte de diálogos fotográficos há muito tempo!

Só para pensar! Basta pesquisar e ler!

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4 comentários em “Frase do dia!

  1. “O que nos distingue uns dos outros? talvez seja a nossa capacidade de compreensão e de criatividade – virtudes que são conseqüência da percepção. Perceber é saber ver – filmes, paisagens, fotografias, obras de arte, cenas, passagens, percursos cotidianos – sem precisar usar uma só palavra. Por isso mesmo, falar sobre o olhar é dirigir-se “à sensibilidade de cada um”, como certa vez escreveu a artística plastica Fayga Ostrower (1920 – 2001). Ela falava de experiências artísticas e do quanto pode ser sensual o ato de perceber”

    [olhar.em.fragmentos]

    idea -> um visão de tudo em um pouco de cada coisa

  2. “Estudar as imagens…” Estudar as imagens… Fazemos isto.
    Debater as imagens, isto já são outros quinhentos. Lembro-me que Evandro Teixeira certa ocasiçao na Bienal Internacional de Curitiba em 96, depois de muito insistirem que ele falasse, ele sentenciou: “não sou de falar, sou de fotografar.”

    Estudo Storaro, Sven, Miro dos anos 80 – para mim, o melhor fotógrafo publicitário dos últimos tempos-, Carvalho, Scorel,
    Mascaro, retratos do Bresson, Juan, Scavone, etc,

    Luz é o que mais observo. Volto o filme ou a página do livro e estudo o enquadramento. Depois estudo os dois juntos. Depois o que motivou o fazer a foto. Depois o conjunto. Assim, vou percebendo que nos últimos tempos, em nome da contemporaneidade, muita abobrinha vem sendo taxada de arte. Fico com o tradicional. O resumo registrado puro, seco e sem gelo.

    Fico invocado com fermentações de nomes, em nome da imposição de uma nova vertente, de um modismo que não irá muito longe.

    Na página de esporte da FSP não sei quem escolheu a foto com ou sem corte de uma atleta onde se vê os braços esticados para os céus e o rosto todo virado para o alto. Olhei, olhei e rejeitei o prato. Cadê a bola? A foto é de um estrangeiro de uma agência estrangeira.

    O que me interessa nas mãos de Daniel Dantas? Por que escolheram o caras de olhos cerrados? Fiquei sem entender esta “revolução” visual.

    Sinceridade? Acho que a galera em busca de enquadramentos contemporâneos, está perdida diante do obvio: o bom mesmo é o tradicional. Por issto que a foto da fofão dando uma certeira porrada na bola é mais impactante, pois é esteticamente bela e cristalinamente informativa. Botou pena de pavão no rabo do galo, fica trangênico.

    Por isso me amarro nas fotos de Marlene Bergamo quando mostrou crânios negros estourados por bala assassinas, depositados automaticamente na hora da queda final, sobre poças de sangue. Camera baixa. Adorei o realismo dos anos 90 no trabalho desta moça. Os enquadramentos de Marcia Foletto…- me perdoem se errei o sobrenome agora…- são explicativos e elegantes. Já vi poucas e boas desta moça.

    Custódio Coimbra gravou para a eternidade, mãos de mulher desesperada, cruzadas na nuca, em ato de desespero.
    Ele trabalha aquele momento decisivo de forma elegante e objetivamente informativo, pois, a dona do gesto era um ser humano diante de um grande deposito de corpos. A foto é belamente arquitetada e construida sobre um pedaço de história da humanidade. É prá isso que a fotografia serve, em primeiríssima instância.

  3. Passei anos indo de um lado para outro em busca de conhecimentos, dai o interesse por fotografias.
    Só se pode capturar a essência se vc se tornar parte dela…
    a diferenciação, no entanto fica por conta da avaliação pelo pensamento holístico. olhar de um todo, pensar, comunicar objetivo esse de valorização da fotografia enquanto forma
    de expressão artística e multifacetadas, estilo da criatividade daquele que se dedica de forma profissional ou amadora.

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