A utopia brasiliense

Será lançado hoje à noite em Brasília o livro “Luis Humberto-A Luz e a Fúria”, terceiro volume da coleção Brasilienses. Homenagem mais que merecida para o fotógrafo que nos ensinou a pensar fotografia, mais nos ensinou a pensar fotojornalismo e nos tornarmos fotojornalistas, levando para a acadêmia as discussões das redações e vive-versa. 

  Sou fã incondicional de Luis Humberto, de suas fotografias, de seus textos, mas acima de tudo de seu humor, de sua ironia fina, de sua fala – muitas vezes cortante como faca amolada – mas  que sempre nos faz pensar.  Foi Luis Humberto que inaugurou – em 2003 – a Coleção Senac de Fotografia.

Neste livro lançado agora em Brasilia, além de um perfil escrito pela jornalista Nahima Maciel, ainda vamos ter um ensaio especial de Anderson Scheneider, realizado na Universidade Brasília e de textos de críticos da fotografia. Nestes eu me incluo e fiquei muito feliz por poder participar da publicação. Já escrevi isso aqui muitas vezes, mas vale a pena reiterar. Adoro iniciativas como estas que ajudam a escrever a história da fotografia e a resgatam das gavetas, caixas de sapatos ou arquivos esquecidos.

Que venham mais livros como esse. Leia aqui o que o Pictura Pixel escreveu a respeito.

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2 comentários em “A utopia brasiliense

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