Por que a FNAC é tão ligada à fotografia?, por Soraya Lucato

 O seu nascimento explica tudo. Em 1954 dois amigos  Max Théret e André Essel tinham em comum uma paixão – a fotografia. Eram amadores e buscavam aprimorar seus conhecimentos e performances adquirindo equipamentos fotográficos. Fundaram então a  Fédération Nationale d´Achats pour Cadre – Fnac – que nada mais era do que uma cooperativa para que trabalhadores registrados pudessem comprar equipamentos de tecnologia com desconto e forma de pagamento diferenciada. A partir desta iniciativa, diversos fotógrafos e amantes de tecnologia se associaram e em poucos anos foi inaugurada a primeira loja Fnac.Muito tempo se passou e hoje a Fnac se tornou a maior rede européia de lojas de produtos de cultura e tecnologia da informação, portanto para manter sua tradição, em cada loja Fnac, há sempre um espaço dedicado para a exposição de fotografia. No Brasil a primeira galeria brasileira da Fnac foi inaugurada pelo brasileiro Sebastião Salgado com a exposição “Outras Américas.” Hoje com 7 lojas distribuídas em São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas, Brasília e Curitiba, a Fnac se consolida como “formadora de público”, por ter exposições de qualidade feitas por fotógrafos internacionais como Pierre Verger, Man Ray, Inge Morath, James Stanfield, Ferrante Ferranti, Alain Dister, Jean-Luc Thaly, Yul Brynner, Eve Morcrette, Jeanloup Sieff, Emmanuel Bovet, Nick Waplington, Robert van der Hilst, Pierre Boulat, Gianni Berengo Gardin, Hans Günter Flieg, Patrick Glaizer, Frédéric Soltan, e nacionais como Mário Cravo Neto, Miguel Rio Branco, Thomaz Farkas, Carlos Moreira, Kenji Ota, Eustáquio Neves, Fernando Lemos, Pedro Vásquez, Márcio Scavone, Tiago Santana, João Urban, Alberto Bitar, Paula Sampaio, David Helman, Pedro Lobo, Lucia Guanaes, Gustavo Moura, Leonardo Crescenti, Manuel da Costa, Sérgio Sá Leitão, João Wainer, Gustavo Moura e Christian Cravo. Atualmente nas galerias Fnac estão com as seguintes exposições até 04 de fevereiro. A curadoria é de Rosely Nakagawa 

walter-carvalho.jpgA cidade anunciada de Walter Carvalho na Fnac Pinheiros – São Paulo

celso.jpgQuem somos nós de Celso Oliveira na Fnac Barra – Rio de Janeiro

fnac.jpgDos sonhos que não acordei de Dirceu Maués na Fnac Morumbi – São Paulo

louise.jpgA trajetória de uma memória de Luise Weiss na Fnac Campinas

fnac3.jpgA estética das galerias de Zezão na Fnac Paulista

mila.jpgO espaço dos afetos de Mila Jung na Fnac Curitiba

fnac1.jpgDiário de Patrick Grosner na Fnac Brasília .

Mais informações no www.fnac.com.br 

 

 

  

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3 comentários em “Por que a FNAC é tão ligada à fotografia?, por Soraya Lucato

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