O Presidente do fotógrafo e o fotógrafo do Presidente

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Acabo de receber a 4ª edição da revista Brasileiros que nasceu em junho. Capitaneada por Hélio Campos Mello com a assistência de Nirlando Beirão e Ricardo Kotscho, seus braços direitos ou esquerdos (depende do ponto de vista), a revista vem ocupar um lugar há muito abandonado das grandes reportagens. A cada número, como não podia deixar de ser, ela cresce,  se modifica, acha seu espaço e conquista.  Nesta edição meu destaque vai para a dobradinha: O presidente do fotógrafo, imagem acima de Hélio Campos Mello e Fotógrafo do Presidente com texto de Ricardo Kotscho e fotos de Ricardo Stuckert. Stuckinha como é conhecido tem a fotografia no seu DNA. Todos em sua família fotografavam. Como escreve Kotscho: “…neto de Eduardo e filho de Roberto, todos fotógrafos. Stuckinha ocupa hoje  o cargo que já foi de seu pai, no governo do general João Figueiredo. Entre mortos e vivos, são 33 os fotógrafos na família Stuckert”.

Pois é. Ser fotógrafo da presidência significa acumular registros de uma época histórica, ser mais historiador que jornalista. Quem não lembra dos trabalhos do fotógrafo Felix H. Mann que nos anos 30 criou  o famoso “uma dia na vida de…”,  ou ainda do Erich Salomon que também nos anos 30 faz um ensaio maravilhoso de Marlene Dietrich. Exemplos de imagens que procuram retratar a “intimidade das personalidades”. Sim, eu sei, não são fotógrafos da presidência. Não temos dúvidas, mas são fotógrafos, fotojornalistas que trouxeram personalidades para o cotidiano.  Mas inesqueciveis mesmo são as imagens de Joe O’Donell, fotógrafo da Casa Branca  que nos trouxe retratos históricos dos presidentes.

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Um comentário em “O Presidente do fotógrafo e o fotógrafo do Presidente

  1. Fui a um Shopping hoje ver o filme Tropa de Elite. A história é velha conhecida, o filme é razoável… Na saída vejo na banca a revista Brasileiros e fiquei sem ver as reportagens no velho estilo Felix Mann, Erich Salomon, Hélio Campos Melo, Ricardo Kotscho. Tudo muito pasteurizado como de resto o jornalismo e o fotojornalismo praticado neste Brasil desreal. É uma pena.

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