Assisti recentemente o filme Valsa com Bashir, do diretor israelense Ari Folman. A história é verídica e autobiográfica: ele, soldado isralense participou do massacre de Sabra e Shatila que terminou com o assassinato de refugiados civis palestinos. O diretor não lembra mais de nada depois do ataque e procura reconstruir sua memória por meio da narrativa de “companheiros” que tambám participaram da ação. O filme é absolutamente fantástico, mas ele me lembou muito dos dois livros do fotógrafo francês
Didier Lefèvre, que durante anos acompanhou a missão dos Médicos Sem Fronteiras registrando o dia-a-dia destes profissionais. A lembrança veio pelos dois livros publicados, aqui no Brasil, pela editora Conrad ” O Fotógrafo”, com ilustrações de Emmanule Guilbert e imagens do próprio fotógrafo.
Didier, que morreu, aos 50 anos, em 2007, registrou as guerras do Afeganistão. A semelhança entre os dois trabalhos está no registro, memória e percepção de uma guerra. Tanto o filme como os livros valem a pena!
Dica incrível. Onde acho o filme?
bjs c/ saudades!!!
Que alegria!!!
Estava com saudades de ler seus posts pela manhã.
Obrigada
Li recentemente os dois livros do Lefevre e achei muito interessante a forma como ele misturou a fotografia com os quadrinhos.Vou procurar o filme.
Bjs
Silvia
Realmente, os livros do Lefèvre são demais! A série clássica de Joe Sacco em regiões de conflito também é uma grande referência sobre novas formas de se fazer um bom jornalismo.
Ah! Sofia está aqui do meu lado insistindo: “manda um beijo para a Simonetta!”. Bom, está dado!
Beijos para minha querida amiga Sofia!
Logo, logo vamos nos encontrar de novo!
E brincar muuuiiitttttooooooo!
Vou levar minha bolsa cheia de novidades!!!!! Lápis, cores, carimbos, papéis, etc….