Nesta segunda-feira, finalmente, consegui terminar a leitura do livro “O Instante contínuo – uma história particular da fotografia”, do romancista inglês Geoff Dyer. Disse finalmente porque comecei há algum tempo a ler o livro. Em geral leio muito rápido, mas achei o livro tão bom que fui degustando devagar. Geoff Dyer não é fotógrafo e nem fotografa, mas fez uma super, hiper pesquisa de história da fotografia. Claro que sua visão sobre o assunto é dele e particular (como qualquer outra, afinal), mas eu adorei o que li. Agora vou resenhar para o Estadão. Mas a visão de Geoff me entusiasmou para pensar uma série de artigos e novas pensatas sobre a fotografia. Como eu sempre disse, o estudo aprofundado da história da fotografia, a vasta leitura que ele fez dos fotógrafos, suas biografias, o ler e desvendar suas fotos o levaram para um caminho, no mínimo interessante! É uma passei pela leituras de imagens. Ele escolhe alguns temas que se reptem nas imagens nos mais diferentes fotógrafos: cegos, espelhos, portas, barbearias, interiores, postos de gasolina, etc. A partir destes temas recorrentes ele vai desenvolvendo e trabalhando possibilidades imagéticas. Uma leitura que eu aconselho a todos!
Uma boa leitura!
thUTC31UTC10bMon, 27 Oct 2008 19:45:23 +00002008 18, 2007 por tramafotografica
Olá Simonetta!
Mais um pra minha lista de novas aquisições.
Obrigado pela indicação e parabéns atrasado… Que Deus continue abençoando a sua vida ricamente!
Grande abraço
Estava a caminho de Porto Velho para mais um culto à fotografia, e dou de cara com o livro no planalto central.
Não, calma, na livraria do aeroporto.
Comecei a ler no avião.
O Instante contínuo me leva a reforçar meu ponto de vista.
Fotografia é retratar a vida e tudo que nos cerca, sem frescura.
O modismo “coontemporâneo” está um pé no saco e irá cansar… Tem dias contados…
É mote, inclusive, para quem não sabe pegar uma leica, Nikon, canon, etc, desenvover um
tema e fazer uma fotografia inteligente, nos largos da vida.
Aliás, este negócio de “contemporêneo” é desculpas para quem não sabe fotografar com arte, como fez, Domício Pinheiro; como faz Evandro Teixeira, Alcyr Cacalcante, Nair Benedicto e muitos e muitos outros.
Brincar com novas tecnologias é uma coisa, fazer arte fotográfica se valendo de um click seco, sem gelo, é outra coisa.
Foi uma das mais novas aquisições que tive nesta semana, estou terminando de ler um e próximo será esse. E fiquei super ansiosa quanto a leitura após saber dos aspectos positivos, os quais já esperava.
Olá !
Adorei seu blog !!!
A dica vem a calhar justamente no momento em que estou estudando e procurando bons livros para ler !!!