O coletivo de Cássio!

 

E amanhã no MIS, a partir das 18h.,  Cássio Vasconcellos, apresenta nova instalação. Desta vez é um mosaico fotográfico de grande proporções (ocupa o espaço redondo do museu) composto por 50 mil carros, caminhões, ônibus, fotografados do alto como se formassem um grande congestionamento. Aliás, este tipo de trabalho já  se tornou sua marca: imagens que conversam com o imaginário, instiga o olhar e se inspira no surrealismo. Como sempre um projeto que atrai que nos obriga a olhar de perto, de longe, descobrir, ressignificar o que estamos vendo.

A heresia de Pedro Meyer

Abriu ontem, no MAC Ibirapuera, a exposição “Heresias”, do fotógrafo mexicano Pedro Mayer. Mais do que uma mostra é um projeto que inclui exposições simultâneas em cerca 60 instituições museológicas pelo mundo todo, um livro referencial, além de encontros, palestras e seminários.

Em breve sairá matéria minha sobre a mostra no Estadão. Em São Paulo, a curadoria ficou por conta da competente Helouise Costa. Por enquanto só posso adiantar que é imperdível! 

Frase do dia!

Esta é do do fotógrafo Flávio Damm, que será o próximo autor da Coleção senac de Fotografia:

“Na minha época ficávamos com o coração na boca, rezando para que o filme não perdesse seu valor latente pelo tempo em que demorávamos a chegar ao laboratório, após passar tempos em tribos ou cobrindo conflitos pela América Latina, o digital nisso facilitou a vida do fotógrafo que pode enviar rapidamente a imagem, mas por outro lado o fotógrafo também perdeu quando ‘não ficou boa, apaga e faço outra’. Isso é relativo. A foto se repete, mas o momento, não!”

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