Desde que o senso comum se deu conta que as imagens podem ser manipuladas, que este assunto virou o tema do dia. Não que eu defenda imagens adulteradas ou manipuladas, nem pensar, mas sorrio quando vejo que aqueles que acreditavam na imagem como dogma, como prova, são hoje os que querem achar manipulação em tudo. Nem tanto ao mar, nem tanto à terra! Mesmo assim, sem dúvida este é o assunto do momento, tanto que uma exposição na Suiça mostra fotos que adulteraram a história . Na revista Scientific American do Brasil (esquisisto, não) do mês de
julho tem uma matéria redigida por Hany Farid, professor de ciência da computação que nos ensina como reconhecer uma imagem que foi adulterada pelo computador. Como ele mesmo afirma, imagens toscas, são fáceis de serem detectadas, mas aqui estamos falando de imagens adulteradas por profissionais e que fica difícil perceber onde e como foi! Então ele nos mostra sites e programas digitais que nos ajudam e ensinam a perceber a manipulação. Vamos brincar de “onde está Wally!”.
Onde está Wally?
thUTC30UTC06bWed, 25 Jun 2008 17:55:23 +00002008 18, 2007 por tramafotografica
Oi Simonetta, são 5 e pouco da manhã passei no Fotosite e dei de cara com o Furacão Simonetta. Apesar de não concordar com tudo o que você diz deu pra me divertir antes de dormir. Um abraço Rubens
Saturação, contraste, cor, foguete, cisco. Cisco doi na mente igual como se fosse na vista. Aquela coisa chata. Para uma salvação justa, tenho um exemplo: tenho uma foto feita nos anos oitenta com diapositivo que perdeu um pouco seu viço. Fazer o que? Aquecer e deixar perto do que era antes. O cuidado esta na maneira como se faz este aquecimento, até porque nem toda comida requentada é lá muito bom. As vezes até queima.
O cuidado está em não deixar azedar o prato de pois de tanto trabalho… Qualquer tentação pode enviar reputação do sujeito pra latrina, que é o caminho certo. Alguns fotógrafos americanos de jornais, revistas ou de agências que falem o quanto é indigesto…